Geralmente gosto mais da palavra escrita do que da falada. Contudo, nesse caso específico preferia que esse post fosse com áudio ao invés de letras. Explico: tentarei transmitir as minhas impressões sobre nossa jornada pelo sul do cone sul (ui) em nosso espanhol freestyle, ou melhor, no nosso portuñol safado enriquecido com vitaminas e sais minerais. Portanto, abrirei mão da grafia correta das palavras e escreverei foneticamente como seria a pronúncia de cada palavra no nosso dialeto (exemplo jueves = rueves). Bamos lá!
Dia uno (miércoles - 24/10/07) – Lhegamos a Montevideo. Como nosostros somos boludas, pegamos o coche (táxi) especial (carros de luxo bege) e tivemos de gastar mutcha plata. Caminamos pela rambla (orla) e paramos para beber una cerveza Patrícia. Deitei parar tirar um cochilo antes de ir para o bolitchê (balada) mas morí e só fui acordar no dia seguinte dez de la mañana.
Dia dos (rueves – 25/10/07) – Saímos caminando pela ciudad bierra. Paramos num ponto de información ao turista e la chica hablou que devíamos conocer la fortaleza. Foi um trabarro enoerme lhegar hasta lá. Quando lhegamos era tipo uma pegadinha do Faustón. O fuerte é todo dedicado à vitória do Uruguai sobre o Brasil. No regresso dentro do autobus conocemos Federico, um chico local que esta aprendendo português e que soña em morar in Brazil. Em la noche fomos onde la chica da información ao turista tinha indicado e o local era mui sinistro e perigloso cheio de chicanos (ela definitivamente era uma hirra de la puta).
Dia tres (Viernes – 26/10/07) – Saímos temprano para Punta del Este. Pegamos el autobus na rodoviária de tres cruces e lhegamos lá umas duas horas después. La nuestra compañera Vivi lhegou quando já era case notche. Caminamos pela rambla e encontramos um chico que estava no mismo avión de Vivi. Ele era Uruguajo e junto com su amigo, explicou para mim e para Vivi a dinâmica local. Descobrimos que los uruguajos e uruguajas não conocem taza ou pensam que isto é para amadores como nosostros brasileños. Todos lá bebem cerveza de litro no gargalo. Cinco amigos tomando una em El Uruguay significa cinco amigos cada uno com su litro.
Dia cuatro (Sábado * sín graza, sábado é sábado* – 27/10/07) – Caminamos pela rambla de Punta num freak foto tour. Conocemos los lobos marinos nadando no puerto, paramos num resto para almozar. Durante a tade hacemos um city tour que terminou num por del sol na Casa Pueblo, lhorei de emoción, foi mui lindo e inovidable. De notche fomos ao Cassino fazer um esquenta para nuestro primero bolitchê. No Cassino perdi U$7,00 em los Caça níqueis. Desisti desta vida de juegadora e parti para el bolitchê. Primero fomos para um lugar lhamado Punta 33 mas estava mui caído. Fomos entonces para El Pony Pisador (rede de boliches com estabelecimientos em Montevideo y Punta) que estava bombando. Lá nosotras causamos mutchíssimo. Tocou funk, axé e cia e tivemos que ensinar aos locales como se baila. Conocemos um guapíssimo que parecia case um cruzamento de Menudo com Gael Garcia Bernal e Vivi largou el chico em mi mano. Azar no juego, suerte no amor.
Dia cuatro ( Domingo *sín graza parte dos, domingo tambiém é domingo* - 28/10/07) – Fomos a Rossé Inácio. Uma plaja mui lerra, selvarrem e preciossa. Comemos num resto bar na beira da plaja lhamado Parador La Huella. O lugar é mui lindo djô me senti case em um cenário de catálogo da tenda Richard’s del Brasil. Extrañei os nuestros 10% de taxa de servizo porque lá tienes que pagar case 30% pro Garçon. Arrumamos nuestro equiparre e partimos rumo a Colônia. Tivemos que pegar um autobus hasta Montevideo para después pegarmos otro autobus hasta Colônia del Sacramento.
Dia cinco (Lunes – 29/10/07) – Lhegamos pela manhã mui temprano em la ciudad. Fomos tirar uma soneca para después caminarmos pela cájes de pedra. Tudo parece olvidado no tiempo. É tudo mui romântico. Um local para se caminar com el hombre de su vida. De notche estava tudo desierto paramos no Colônia Rrrrrrrrrrôck e la comida era mui mala. Regressamos para dormir porque no outro dia seguiríamos viarrem.
Dia Seis (Martes – 30/10/07) – Fomos hasta el puerto de Colonia pegar o buque (ferry-boat) hasta Buenos Aires. Todos que me conocem sabem que esta é a ciudad que mais amo después de Salvador de Bahia. Foi miña tercera vez em Buenos e lá emoción continua tão fuerte como na primêra. Caminamos pelas cajes porteñas hasta la Recoleta. Paramos no mui conocido Café La Biella e tomamos nuestra primêra Quilmes. Cada cerveza tirada (chopp) acompaña uma porción de papas fritas ou de manies (amendoins). Em la notche caminamos djô y Vivi por Palermo Soho e Palermo Holywood a procuras dos bares hasta nos quedarmos no Bar Unico, templo dos mauricinhos del local. Después fomos a la praça Serrano donde se encontram la maior parte dos bares case una Aspicuelta. Um chico local mui amable nos fez uma lista dos merrores bolitchês de Buenos Aires. Volvemos para nuestro hostel.
Dia siete (Miércoles – 31/10/07) – Manãna fomos a cáje Florida hasta las tendas gastarmos toda nuestra plata. Después fomos a um dos bares da plaza serrano e quando a notche já estava alta seguimos hasta uma festa de halloween. La bruja estava suelta.
Dia otcho ( Rueves - 01/11/07) – Dia de todos los Santos e como sou hirra de lá Bahia de Todos los Santos, só podia ter sido o merror dia da viarrem. Fomos para o Porto Madero e almozamos num resto mui chic mirando o dique. Después fomos ao Freak Foto Tour 2 pelo Caminito com nuestro amigo Felipe. As fotos ficaram senzacionales. Comprei mio CD do Gotan Project e rumamos para o After Office chamado Shaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamrôôôck. Djô y Vivi pagamos 20 pesos as 2 com diretcho a 8 cervezas Quilmes long neck. Sem contar q foi la marror concentracion de hombre bonito de toda la mi vida. E nosotras estávamos fechación. Bastava hablarmos qualquer frase em português, mesmo que mui bizarra, tipo: “tem uma meleca enorme no meu nariz” para que todos los hermanos gritassem “brasileñas, q lindo!”. Falar português na Arrentina é a lhave para o sucesso. Se cantada de Arrentino fosse plata estaríamos com mutchas monedas. Seguimos para um bolitchê technera lhamado Niceto Club. Entramos em la faixa y ainda ganhei uma cerveza tirada por completar el questionário sobre a cassa. Foi una espécie de confraternización da galera del Hostel.
Dia nueve (Viernes - 02/11/07) – Acordamos e partimos para los bosques de Palermo. Hacemos nuestro Freak Foto Tour 3. Después fomos a porto madero comprar los tickets para el buquebus del regresso. Susto! Não habia mais. Djô entonces me recuerdei de outra empressa que hacia el mismo trarreto: Colônia Express. Salvación de la lavora. Ufa! Después de caminarmos Porto Madero de punta a punta, muertas, não fomos a nenhum after office (ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh q penita). Tomamos um baño e fomos curtir nuestra ultima notche. Primeira parada La Diosa. Cruces!!! Todos los hombres bregons de Buenos vão pra esse lugar escutchar el reghaton. Nunca vi tantas personas fêas em toda la ciudad. Sartamos fuera e fomos para ôtro Bolítchê mas tinha uns chicos na fila mui boludos (perguntaram se nosotras preferíamos Cacá, Robinho ou Ronaldinho affffffffff), sartamos fuera de nuevo. Andamos pela cáje e acabamos na boa e velha plaza serrano. Entramos no Brujas e estava mui mal. Fomos para ôtro bolítchê q não me recuerdo el nombre e nos divertimos bailando canciones mui bierras.
Dia 10 (Sábado – 03/10/07) – Mal lhegamos no hostel, já era hora de partirmos. Pegamos nuestro equiparre e lhamamos um coche. No médio del camino me recuerdo que habia olvidado mi telefono celular cargando. Paramos no puerto, compramos nuestros ingressos, volvemos para o coche y partimos para resgatar el celular. Regressamos ao puerto e pegamos el buque com destino a Colonia. Buenos Aires foi ficando para trás e me recuerdou lá canción: “Mi Buenos Aires querido cuando yo te vuelva a ver”. Em Colonia pegamos um tranfer hasta Montevideo y de lá fui direto para el aeropuerto Carrasco. Assim terminou nuestra jornada pelo Sur del Cone Sur (ui). E para tu que lhegou hasta el final deste post adiós Y suuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuueeeerte!
postado por Manuella às 8:38 AM
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